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Mineira,professora graduada em Normal Superior e Letras,posgraduada em psicopedagogia e supervisão escolar. Atualmente estou atuando como supervisora pedagógica , do maternal 3 ao 5º ano. Sejam bem vindos(as)!!!

terça-feira, 4 de agosto de 2015

Leitura e interpretação de texto para o 3º ano

Um caipira apaixonado

            Mentalmente Marcelo ensaiava a quadrilha. Uns, dois, três, voltam. Ele ajoelha, ela dá uma volta. Uns, dois, três, viram. Ela cumprimenta, ele gira.
            Ele estava assim nervoso por causa da Carolina, a noiva. Ela era mesmo uma graça de menina, e Marcelo, apaixonado, achava que na hora daria tudo errado.
            Hora da festa, coração aos pulos, Marcelo pergunta aflito:
– Mamãe, será que na hora eu lembro?
– Claro Marcelo, fique tranquilo – respondeu a mãe, no fundo sabendo que um coração apaixonado às vezes arma grandes confusões...
            De repente, a professora chamou:
– Todo em fila vai começar. E... Um, dois, três, quatro.
Ela deu a volta e... Marcelo perdeu o sapato!
Ele pensou: “E agora? Perco a noiva, perco tudo, a quadrilha vai embora”.
Mas como era bem esperto, fingiu que tinha sido combinado. Fez caipira atrapalhado e, pé com sapato e outro sem. Marcelo mancou com graça. Fez careta e fez pirraça.
A plateia deu risada e aplaudiu mesmo com gosto o noivo tão divertido.
Quando o padre perguntou:
_ Que casa com seu compadre?
Carolina, encantada, bem depressa respondeu:
– Quero, sim! Quero seu padre!
De acordo com o texto 1, responda:
1) Qual é o título do texto? ________________________________________________________________________
2) Quantos parágrafos tem o texto?____________________________________________


3) Por que Marcelo estava preocupado?
__________________________________________________________________________________________________________________________________________________
4) O que aconteceu na hora da festa, com Marcelo?
_________________________________________________________________________
_________________________________________________________________________
5) Qual foi a reação da plateia sobre a atuação do Marcelo?
_________________________________________________________________________

MENSAGEM/POEMA PARA O PAPAI


PARABÉNS PARA O PAPAI

MEU PAI QUERIDINHO
COMO  TE QUERO BEM!
SEI QUE SOU SUA VIDA
E VOCÊ É A MINHA TAMBÉM.

VAMOS TODOS, NESTE DIA,
OFERECER-LHE  NOSSO AMOR.
HOJE É SÓ ALEGRIA
PAPAI É HOMEM DE VALOR.

                          VOCÊ É MEU GRANDE AMIGO,                                             
                                   VOCÊ É MEU HERÓI.                                                                                                AGRADEÇO A DEUS                                                    PELO  PAPAI QUE ME DEU.     
 VIVA O PAPAI!

Roteiro para trabalho com o filme  “Os Sem- Floresta


 Objetivos: - Valorizar a amizade;
- Perceber que muitos humanos vivem para comer, enquanto os animais comem para viver;
- Refletir sobre o modo de vida dos humanos e dos animais,

Metodologia: Passar o filme “Os sem Floresta”, em seguida promover uma discussão acerca  do assunto.
  • Sinopse

A primavera chegou e Verne e seus amigos da floresta acordaram da sua longa hibernação para descobrir que uma “coisa” verde e alta apareceu misteriosamente no meio da casa deles. É quando eles conhecem RJ, um guaxinim, que explica que o mundo além da cerca é “a passagem para uma vida maravilhosa” na qual criaturas peculiares chamadas humanos vivem para comer, ao invés de comer para viver.
Suspeitando e até com um pouco de ciúme de RJ, o cauteloso Verne quer manter a sua família a salvo no seu lado da cerca. Mas provando a tese de que a lixeira de um homem é o tesouro de outro homem – ou até animal – o manipulador RJ tenta convencer o bando da floresta que não há nada a temer e muito a ganhar dos seus novos vizinhos. Eventualmente, RJ e Verne se tornam amigos enquanto aprendem a co-existir e até explorar esse estranho novo mundo chamado subúrbio.


Plano de aula

 Sexta feira....Cineminha!!!

FILME: OS TRÊS PORQUINHOS

Objetivos: Após assistir ao filme os alunos deverão ser capazes de :
·       Expressar verbalmente sobre o assunto do filme.
·       Valorizar a verdadeira amizade.
·       Perceber que não se deve acreditar em qualquer pessoa, principalmente  estranha.
·       Estabelecer uma relação entre o filme "Os Três Porquinhos" e o livro.

Extrapolação: Após assistir ao filme, realizar uma aula dialogada. Levantar questões como:
 - Pense... no início do filme como era a vida dos porquinhos?
-O que  a mamãe fazia?
-Em sua opinião é bom ou ruim ter uma mamãe cuidando da gente.
-Quem enganava os porquinhos? Para que  fazia isso?
- De quais materiais eram as casa do filme? E do livro?
- Suas casas são feitas de quais materiais?
- No final como os porquinhos derrotaram o lobo?
-Qual foi a parte que você mais gostou no filme? Por quê?

-Quais diferenças há entre o filme e o livro? E as semelhanças?

Geometria e ilustração com figuras



 Leia o texto e faça uma ilustração para ele.
                          
       A festa

                                                        
                                
Era uma vez três amigos...

...que encontraram três amores e
    se casaram...

...mas quem casa quer casa...

...ou até mesmo um automóvel...

...um dia todos se encontraram.
               Foi uma festa!

Que começou no parque...


...e terminou na floresta!

Produção de texto resumo - 7º e 8ºano...


PROPOSTA   DE  PRODUÇÃO

            Leia atentamente o texto a seguir e após compreendê-lo produza um resumo sobre ele. Lembre-se que para ser um resumo, o leitor deve entender o texto original através dele. Não se esqueça das características de um resumo e faça primeiro o rascunho.

A ÁGUA DO MUNDO
 De Leo Jaime.

           Vou correndo, como se isso me fizesse escapar dos pingos da chuva que se inicia. Menos tempo na chuva, pode ser ilusório, mas tenho a impressão de que ficarei menos molhado, de que chegarei menos ensopado. Com o canto do olho observo o senhor que com a mangueira termina de limpar a calçada, mesmo sabendo que a chuva há de modificar todo o cenário nos próximos instantes. Ou vai trazer de volta toda a sujeira que ele está tirando ou vai lavar outra vez o que ele acabou de lavar.
        A água que cai do céu cai purinha, purinha, é o que penso enquanto corro dela. A água que cai do céu. Lembro-me do livro da Camille Paglia em que ela afirmava, ou pelo menos foi o que me recordo de ter dali subtraído, que o homem havia optado por viver em grupo por temor aos fenômenos naturais: chuvas, clima, terremotos etc. Foi preciso se unir contra as forças da natureza. As forças amorais na natureza. Quando passa um furacão levando tudo, bons ou os maus, estão todos ameaçados. Quando chove muito e tudo começa a inundar, anjos e demônios poderão estar em breve, igualmente submersos. Quando a água falta, senhores e escravos morrem da mesma sede. Há forças mais poderosas que a maldade humana.
         Os destinos turísticos são, em sua maioria, lugares interessantes por causa da água. Praias, lagos, rios, cachoeiras: somos naturalmente atraídos pela água. A simples vista para o mar ou rio já torna um ambiente mais interessante. Parece óbvio o que digo, mas se levarmos em conta que grande parte do planeta é tomada por água isso passa a ser, sim, digno de nota: vivemos em meio a tanta água e ainda somos tão fascinados por ela! Nosso organismo é também, em sua maior porção, água. Somos água, viemos da água, para a água voltaremos e, enquanto tivermos como aproveitar a vida, queremos fazê-lo perto de alguma água límpida, na beira de um rio ou mar. Navegando, que seja. Queremos água.
         Vivemos, porém, sob o alerta de que a água pode acabar. É preciso economizar. Parece absurdo, pois a água é absolutamente indestrutível! Se você toca fogo ela vira fumaça e depois volta  a ser água, se congela ela derrete e volta a ser água, seja lá o que se faça com ela, a água volta a ser água depois de um tempo, pura e cristalina. E na mesma quantidade! Pois é. Mas pode voltar salgada. Sabe lá o que é morrer de sede em frente ao mar? O prejuízo maior que a água pode sofrer é a poluição. Uma vez poluída a água pode demorar muitos anos para voltar ao seu estado natural, potável, como os pingos da chuva lá do início.

      Volto ao início e ao senhor que tentava varrer uma folha de árvore, pequenina, da porta de seu prédio, segundos antes da chuva começar. Quantos litros de água pura ele desperdiçava naquela tarefa imbecil? Não seria mais fácil varrer a folhinha ou pegá-la com a mão? Aquela água correria para o bueiro e se juntaria ao esgoto cheio de substâncias químicas e de lá iria parar sabe-se lá onde, mas, poluída, demoraria um tempo enorme para voltar para o reservatório d água da cidade. Este tempo é que pode ser o suficiente para uma cidade entrar em caos por não ter o que beber. A água não vai “acabar” nunca, mas talvez, um dia, não possamos usufruir dela onde e como gostaríamos. Talvez as grandes desgraças naturais não nos metam tanto medo porque o que nos vai derrotar mesmo sejam as folhinhas nas calçadas. Agua das de estupidez.

Produção de texto biografia

Biografia é a história escrita da vida de uma determinada pessoa. A palavra tem origem etimológica nos termos gregos bios, que significa "vida" e graphein, que significa "escrever”. Biografia é a descrição dos fatos particulares da vida de uma pessoa,  podendo conter fotos que testemunham os acontecimentos. É um documento que consta a trajetória de vida de uma pessoa, com dados precisos, incluindo nomes, locais e datas dos principais acontecimentos.
Como gênero literário, a biografia é uma narração da história de vida de uma pessoa ou de uma personagem, geralmente na terceira pessoa. Já a autobiografia é quando o autor expõe a sua própria história na primeira pessoa.
A estrutura básica de uma biografia geralmente inclui uma apresentação inicial do protagonista (introdução), a descrição dos principais fatos que compõem a história (desenvolvimento) e uma parte final de caráter subjetivo (conclusão).


Redija um texto autobiográfico, seguindo os temas abaixo:

  • IDENTIFICAÇÃO: nome/idade/aparência/família
  • ESTUDO: escola/matérias preferidas/outros cursos/etc.
  • DIVERSÃO: cinema/esportes/passeios/clube/games/etc.
  • AMIZADES: melhores amigos
  •  VIDA: religião/alegrias/amor/etc.

  •  FUTURO: pretensões/estudo/trabalho*

Produção de texto para o 7º ano

TEXTO DE OPINIÃO 
   
Bullying não é nada disso - Rosely Sayão

Além de banalizar o conceito, o que mais conseguimos ao abusar desse termo? Alarmar os pais.
Há muita gente que não aguenta mais ouvir falar de bullying. O assunto é tema de reportagens nos jornais diários de todos os tipos, nas revistas semanais, nas prateleiras das livrarias, nas bancas de revistas, na internet etc.
Já conseguimos esvaziar o sentido dessa palavra e seu conceito de tanto que a usamos e de tanto fazer associações indevidas com o termo.
Basta um pequeno drama ou uma grande tragédia acontecer, envolvendo jovem, que não demora a aparecer a palavra mágica. Agora, ela serve para quase tudo. Além de banalizar o conceito, o que mais conseguimos com o abuso que temos feito dele? Alarmar os pais com filhos de todas as idades.
Agora, a preocupação número um deles é evitar que o filho sofra o tal bullying. O filho de quatro anos chega em casa com marca de mordida de um colega? Os pais já pensam em bullying. A filha reclama de uma colega dizendo que sempre tem de ceder seu brinquedo, ou o filho diz que tem medo de apanhar de um colega de classe? Os pais pensam a mesma coisa.
 Alguns deram, por exemplo, de reclamar que a escola que o filho frequenta tem no mesmo espaço, estudantes de todas as idades e dos vários ciclos escolares.
 Então agora vamos passar a considerar perniciosa a convivência entre os mais jovens porque há diferença deidade entre eles? Decididamente, isso não é uma boa coisa.
 As crianças e os jovens aprendem muito, muito mesmo, com o convívio com seus pares mais novos e mais velhos. Ter acesso a alguns segredos da vida adulta pelas palavras de outra criança ou de um adolescente, por exemplo, é muito mais sadio e interessante do que por um adulto. Um exemplo? A sexualidade.
 Outro dia ouvi um diálogo maravilhoso entre uma criança de uns dez anos e um adolescente de quase 16. O assunto era namoro. Em um grupo, os mais velhos comentavam suas façanhas beijoqueiras com garotas. A criança “pelo que entendi, ele era irmão de um dos mais velhos" passou a participar da conversa querendo saber detalhes do que ele chamou de beijo de língua e ameaçou começar a também contar suas vantagens.
 Logo a turma adolescente reagiu, e um deles falou que ele era muita criança para entrar no assunto. E outro disse, sem mais nem menos: “Agora você está na idade de ouvir essas coisas e não de fazer, está entendido?”. O menor calou-se e ficou prestando a maior atenção à conversa dos maiores, sem intervir.
Imaginei a cena se tivesse acontecido com o garoto de dez anos e adultos. Não seria nada difícil que eles dessem atenção ao menino, que quisessem saber e fornecer detalhes a respeito das intimidades que podem acontecer num encontro entre duas pessoas. Muito melhor assim do jeito que foi não é verdade? Com a maior simplicidade, o garoto foi colocado em seu lugar de criança e nem se importou com isso, mas, mesmo assim, pôde participar como observador da conversa dos mais velhos.
 Conflitos, pequenas brigas, disputas constantes acontecem entre crianças e jovens? Claro. Sempre aconteceram e sempre acontecerão. Mas esses fatos, na proporção em que costumam acontecer, não podem ser nomeados como bullying. Fazer isso é banalizar o tema, que é sério. Aliás, isso tudo acontece sem ultrapassar os limites das relações civilizadas se há adultos por perto. Essa é nossa questão de sempre, por falar nisso.
O verdadeiro bullying só acontece em situações em que os mais novos se encontram por conta própria, sem a companhia e a tutela de adultos, sem ainda ter condições para tal.
Caro leitor: se você tem filhos, não os prive da companhia de colegas diferentes no comportamento, na idade etc. Esses relacionamentos, mesmo conflituosos, são verdadeiras lições de vida para eles que, assim, aprendem a criar mecanismos de defesa, a avaliar riscos e, principalmente, a reconhecer as situações em que precisam pedir ajuda.


                         Redija um texto opinativo argumentativo em relação ao tema bullying.

Avaliação para o 5º ano do ensino fundamental


O Reformador da Natureza
    Américo Pisca-Pisca tinha o hábito de botar defeito em todas as coisas.
— Tolices, Américo?
— Pois então?!... Aqui neste pomar, você tem a prova disso. Lá está àquela jabuticabeira enorme sustentando frutas pequeninas e mais adiante vejo uma colossal abóbora presa ao caule duma planta rasteira. Não era lógico que fosse justamente o contrário? Se as coisas tivessem que ser reorganizadas por mim, eu trocaria as bolas – punha as jabuticabas na aboboreira e as abóboras na jabuticabeira. Não acha que tenho razão?
E assim discorrendo, Américo provou que tudo estava errado e só ele era capaz de dispor com inteligência o mundo.
— Mas o melhor – concluiu – não é pensar nisso, é tirar uma soneca à sombra destas árvores, não acha?
E Américo Pisca-Pisca, pisca-piscando que não acabava mais, estirou-se de papo para cima à sombra da jabuticabeira.
Dormiu. Dormiu e sonhou. Sonhou com o mundo novo, inteirinho, reformado pelas suas mãos. Uma beleza!
De repente, porém, no melhor do sonho, plaf! Uma jabuticaba cai do galho bem em cima do seu nariz.
Américo despertou de um pulo. Piscou, piscou. Meditou sobre o caso e afinal reconheceu que o mundo não era tão mal feito como ele dizia.
E lá se foi para casa, refletindo:
 — Que espiga!... Pois não é que se o mundo tivesse sido reformado por mim a primeira vítima teria sido eu mesmo? Eu, Américo Pisca-Pisca, morto pela abóbora por mim posta em lugar da jabuticaba? Hum!... Deixemo-nos de reformas. Fique tudo como está que está tudo muito bem.
E Pisca-Pisca lá continuou a piscar pela vida a fora, mas desde então perdeu a cisma de corrigir a Natureza. [...]                                                                                                                                     LOBATO, Monteiro. A reforma da natureza. São Paulo: Brasiliense, 2002

  01- No trecho ““. — Mas o melhor – concluiu – não é pensar nisso, é tirar uma soneca à sombra destas árvores, não acha?, a palavra sublinhada se refere:
  A) ao hábito de Américo de pôr defeito nas coisas. 
  B) à queda da jabuticaba no nariz do Américo.
  C) às mudanças sugeridas por Américo.                                                                                                  1ac
  D) ao sonho que Américo teve.
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  02. A conclusão que Pisca-Pisca tirou de suas ideias reformadas foi:
   ( A ) que o mundo realmente estava errado            
   ( B ) que as abóboras estavam fora do lugar
   ( C ) que ele próprio seria a primeira vítima
   ( D ) que é bom dormir à sombra das jabuticabeiras                                                                              1ac
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    03. Evidenciando o apego que todos têm à vida, podemos dizer que a segunda conclusão de Pisca-Pisca foi:
   (A) Fique tudo como está que está tudo muito bem
   ( B) Pisca-Pisca  continuou  a  piscar
   ( C) É bom tentar, apesar de tudo, modificar o mundo                                                                           1ac                                                               
________________________________________________________________________________________
   04. Na frase: “Sonhou com o mundo novo reformado inteirinho pelas suas mãos.
   Uma beleza!”, o termo em destaque refere-se às mãos:
   (A) Do Mundo.
   (B) Do Pisca-pisca.
   (C) Das jabuticabeiras.                                                                                                                           1ac              
   (D) Da Natureza.                                                                                                                                       
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   05. A ideia de reformar o mundo parecia ser uma obsessão de Américo Pisca-Pisca. Nota-se isso na frase:
   ( A  ) “Dormiu”                                          
   (  B ) “Dormiu e sonhou”
   ( C ) “ Sonhou com um mundo novo reformado inteirinho pelas suas mãos “
   ( D ) “E Pisca-Pisca... estirou-se de papo para cima à sombra da jabuticabeira”                                    1ac              
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Leia o texto abaixo.
                                
 FEIJOADA

Nasceu nas senzalas que abrigavam os escravos no Rio de Janeiro no final do século XIX. Quando os nobres matavam um porco, os restos indesejados – pés, orelhas, rabo e tripas – eram dados aos escravos. Eles misturavam tudo isso ao feijão durante o cozimento e colocavam farinha assada por cima antes de comer.                                                                                                              
  DUARTE, Marcelo. O guia dos curiosos. Companhia das Letras.

 06. A finalidade desse texto é:

 (A) informar sobre a origem da feijoada.
 (B) convidar para uma feijoada.
 (C) divulgar uma feijoada
 (D) ensinar a fazer uma feijoada                                                                                                                1ac
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 07.  Qual é o gênero desse texto?
 (A) uma fábula
 (B) uma curiosidade
 (C) um conto
 (D) uma receita de feijoada                                                                                                                        1ac
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 08. No trecho Eles misturavam tudo isso ao feijão...” As palavras destacadas referem-se respectivamente a(aos):
 (A) nobres e escravos
 (B) nobres e restos indesejados
 (C) escravos e restos indesejados
 (D) restos indesejados e feijoada                                                                                                                1ac

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Menino Maluquinho - Interpretação de texto

Menino Maluquinho - Interpretação de texto
 09) Observe a seguinte frase: O saco plástico foi jogado por banhistas.                                             1ac
O diminutivo da palavra destacada é:  
  a) (     ) sacolão                    
 b) (     ) saquinho                
 c) (     ) sacola

10) “Carol é uma menina muito medrosa”, o adjetivo desta frase é:
 a) (     ) Medrosa  
b) (     ) menina
 c) (     ) muito                                                                                                                                             1ac
________________________________________________________________________________________11) Observe a seguinte frase: Carol correu para um lugar distante.
 O sinônimo da palavra destacada é:
a) (     ) perto                        b) (     ) longe                                                                                                    1ac

12 – Relacionar a segunda coluna de acordo com a primeira:
substantivo primitivo         substantivo derivado
 a) ( 1 ) dente                   (   ) goiabeira
 b) ( 2 ) pente                   (   ) ventania
 c) ( 3 ) cabelo                 (   ) floricultura
 d) ( 4 ) goiaba                 (   ) barbudo
 e) ( 5 ) pedra                   (   ) dentadura
 f) ( 6 ) vento                   (   ) cabeludo                                                                                                           8ac
 g) ( 7) flor                      (   ) penteado
 h) ( 8 ) barba                   (   ) pedraria

________________________________________________________________________________________13 – Completa as frases com um dos verbos entre parênteses:                                                            4ac
a) As árvores ______________ seus galhos com o vento de ontem. (balançaram – balançarão)
b) Amanhã, os alunos __________________ na apresentação da escola. (dançaram – dançarão)
c) Os repórteres dos telejornais ________________ hoje a noite sobre as olimpíadas. (falaram – falarão)
d) Os atores____________________ no teatro ontem uma ótima peça.
(apresentaram – apresentarão)
________________________________________________________________________________________14-Conceitue: O que é substantivo?                                                                                                    2ac                              
____________________________________________________________________________________

Dê exemplos:___________________________________________________________________________

Texto instrucional para o 2º ano/confeccionando um chocalho

CHOCALHO IMPROVISADO
MATERIAL
·         Dois potinhos de iogurte de tamanhos iguais.
·         Grãos de arroz, feijão.
·         Tinta.
·         Fita adesiva colorida e transparente.

COMO FAZER
            Coloque os grãos de arroz ou de feijão em um potinho e cole outro pote por cima, usando a fita adesiva. Depois pinte ou cole fita adesiva colorida.
            Note, quando sacudir, que cada tipo de grão faz um som diferente.

POSSATO, Z. “Coletânea de atividades para aula de artes na pré-escola”.

Apostila para professores da rede pública de ensino. Castro (PR), 1995, mimeo.  

Plano de aula/planejamento para o ensino fundamental- Consciência Negra

ATIVIDADES   - CONSCIÊNCIA      NEGRA      6º ao 9º ANO      


Sugestão para os professores!

Desenvolverem atividades  que abordem os seguintes aspectos:

·         Origem  do  dia  da Consciência  Negra
·         Biografia  de Zumbi
·         Pessoas  da raça  negra   de  destaque
·         Influências   dos negros na cultura  brasileira
Os trabalhos com os alunos  deverão  ser feitos  em sala de aula através de textos, reportagens, discussões  e elaboração  de cartazes,  murais, produção de texto , artes  e outros.

Dias  de atividades: 4 ª, 5ª e 6ª feira .

Valorização : 2 pontos  

sábado, 1 de agosto de 2015

O NOME PRÓPRIO NA EDUCAÇÃO INFANTIL

Dicas para trabalhar o nome próprio em 10 passos.

Por que alfabetizar com nome próprio?

A importância de trabalhar com o nome para dar início às reflexões sobre o sistema de escrita na Educação Infantil, que inicia no maternal e segue aumentando as possibilidades/ dificuldades até o 2º período , primeiro ano do ensino fundamental e assim sucessivamente...

Caio. Lívia.João...Todos nós temos um nome, mas imagine se não tivéssemos um nome. No meio de milhões de outras pessoas, como seríamos diferenciados? A importância dessa palavra levou muitos linguistas e antropólogos a acreditar que a escrita foi fonetizada por causa dos nomes próprios, uma vez que os pictogramas não davam conta de codificá-los e registrar a diversidade de indivíduos. Atualmente, é difícil conceber uma sociedade que não utiliza o nome próprio para registrar a diferença – e, por conseguinte, a identidade – de cada membro.
Diante disso, como pensar, então, numa forma mais significativa para dar início à alfabetização escolar?
As crianças, aliás, intuem a importância do nome mesmo sem saber escrever. Do nome próprio à compreensão do sistema alfabético de escrita
As principais referências sobre o aprendizado da língua escrita
O trabalho com nome próprio na sala de aula já virou objeto de muitas pesquisas. No entanto, alguns estudos se tornaram referência para quem quer entender como se dá o processo de aquisição da língua escrita pelas crianças e qual o papel do professor nesse caminho.

1º Passo
Reconhecimento do nome/identidade.
O professor pode fazer o crachá/ficha com foto para que os alunos, na rodinha comece a identificar sua própria ficha e a ficha dos colegas.

2º Passo
Ficha com nome/quebra cabeça do nome
Utilizar a ficha apenas com a escrita do nome, sem fotos. Para que os alunos identifiquem o nome escrito.Montar quebra cabeça do nome.
3º Passo
Semelhança entre os nomes
Descobrir as semelhanças e diferenças entre o próprio nome e o nome dos coleguinhas.
Colocar anexadas ao quadro os nomes parecidos.
Ex: JOÃO E JOANA
       CAIO E CARINA
       MARIA E MARIANA
Obs: aproveitar para explorar os finais parecidos em Joana, Marina e Carina...etc.

4º Passo
Musica e brincadeiras com nomes
Para que os desafios variem, é importante pensar em diversas formas de realizar a chamada. Uma delas é cantar parlendas conhecidas pelas crianças, como:
 “Quem foi que comeu pão na casa do João”.
Solicitar que os alunos identifiquem o próprio crachá no meio da roda. O professor pode aumentar a dificuldade propondo que o nome identificado seja o de um colega. Outra possibilidade é encobrir parte do nome e perguntar de quem pode ser aquele.

5º Passo
Brincando de carteiro
Outra possibilidade é o faz de conta de carteiro. Vestida com um colete e carregando uma bolsinha com crachás com os nomes da turma, uma das crianças recebe o desafio de entregar o cartão correspondente a cada colega.

6º Passo
Bingo com nomes
A lógica do bingo de nomes é a mesma do jogo com números. Cada criança recebe uma cartela feita pelo professor com alguns nomes da turma (de quatro a oito). A cada rodada, o docente sorteia um e pede que os pequenos o procurem no cartão. Após um tempo, escreve na lousa para que ninguém esqueça quais já foram falados. A primeira criança que conseguir identificar todos os nomes de sua cartela ganha a brincadeira. Para aumentar o desafio da atividade, o professor pode escolher nomes muito parecidos entre si.
7º Passo
Forca de nomes
Depois de eleger o nome de uma das crianças da turma, o professor pede que os pequenos digam as letras que eles acham que compõem a palavra. Quando uma delas estiver correta, o docente a escreve na lousa. Caso esteja errada, ele desenha uma parte do corpo do boneco que está com a corda no pescoço.
8º Passo
Escrita de nomes

Na Educação Infantil, as crianças costumam realizar diversas atividades de desenho e pintura. Para diferenciar as produções de cada uma, o professor costuma pedir à turma que nomeie todo trabalho que fizer. Essa ação pode ser feita com base na cópia de um modelo ou sem nenhum suporte, caso a criança já saiba escrevê-lo.
9º passo
Leitura e escrita de listas
Depois de checar quem está na sala, o professor pode pedir aos alunos que anotem no quadro o nome dos ausentes. A lista poderá ser utilizada para a merendeira saber quanto de comida deverá fazer ou para registrarem numa folha o nome de quem faltou. Outra possibilidade é pedir às crianças que identifiquem na lista de chamada quais serão os ajudantes do dia.

10º Passo.
Escrita do nome completo/2º período em diante.
Após o aluno reconhecer o primeiro nome ira acrescentando os sobrenomes para reconhecimento e escrita.

                                                                         Algumas ideias de sugestões foram extraídas de:

                                                                           http://revistaescola.abril.com.br/nome-proprio